domingo, 27 de fevereiro de 2011

Comportado, eu?

Procurei algum lugar para compor esse texto. E pelo incrível que parível (Marcusão). Meu blog foi a última opção. E como última, está aí. Espero que gostem e possam sentir o que senti.

Comportada

"Eu nunca fui uma moça bem-comportada.
Pudera, nunca tive vocação pra alegria tímida, pra paixão sem orgasmos múltiplos ou pro amor mal resolvido sem soluços.
Eu quero da vida o que ela tem de cru e de belo. Não estou aqui pra que gostem de mim. Estou aqui pra aprender a gostar de cada detalhe que tenho. E pra seduzir somente o que me acrescenta.
Adoro a poesia e gosto de descascá-la até a fratura exposta da palavra.
A palavra é meu inferno e minha paz.
Sou dramática, intensa, transitória e tenho uma alegria em mim que me deixa exausta.
Eu sei sorrir com os olhos e gargalhar com o corpo todo.
Sei chorar toda encolhida abraçando as pernas.
Por isso, não me venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa.Venha a mim com corpo, alma, vísceras, tripas e falta de ar.
Eu acredito é em suspiros, mãos massageando o peito ofegante de saudades intermináveis, em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente.
Acredito em coisas sinceramente compartilhadas.
Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo.
Eu acredito em profundidades.
E tenho medo de altura, mas não evito meus abismos.
São eles que me dão a dimensão do que sou."

(Maria de Queiroz)

Um breve e até logo.
(19:04)"É preciso amar as pessoas
Como se não houvesse amanhã
Por que se você parar
Pra pensar
Na verdade não há" - Pais e Filhos.
Intérprete: Legião Urbana, uma grande legião.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Não gosto de perfeição!

Não sei, ao certo, a concepção de pessoa perfeita. Mas, a perfeição está longe de mim. Não sou e nem quero ser perfeito. Quero errar muito! Quero não me arrepender nunca! Quero nunca precisar me desculpar! Não que se desculpar seja algo tão ruim assim. Mas, se desculpar é se arrepender de um erro. E eu, tenho grande satisfação em errar. E muita. E não me venha dizer que "é errando que se aprende". Não é! Se fosse assim, não erraria mais, apenas uma única vez. E muito menos ainda, que "com os erros dos outros aprendemos mais do que os próprios erros", porque não é também.

A única concepção aceita até hoje sobre perfeição (esse blog é um conjunto de opiniões e são minhas, ok?) é a do ser amado. Sim, quando amamos friamente, f-r-i-a-m-e-n-t-e (!), não conseguimos ver defeitos, à não ser os mais óbvios possíveis, exemplo: torcer para o Corinthians. Mas, isso é outra história. Os erros mais entranhados não são visto, nem se quer sentidos. Mas, isso não significa que não estão ali. Ou aqui. É que não procuramos, ou não queremos encontrar.

Tenho milhares de defeitos, poderia enumerá-los aqui em uma lista enorme. Mas, seria de uma burrice tremenda os expor. Mas, isso também não significa que não estão aqui. Ou ali. Sou feliz com meus erros, muito mais do que com minhas qualidades. Qualidades é fácil dizer e redizer. É fácil elogiar aos montes. Quero ver alguém ter a coragem (e petulância) de contar se quer um defeito que não seja alheio. Nem eu sou capaz disso. Não mesmo.

Pensamos: Onde está a graciosidade de um ser divinamente perfeito? Onde está a magia de amar um ser divinamente perfeito? Onde está a capacidade de dizer que a perfeição é ridiculamente imperfeita? Eu digo onde está tudo isso ... Não, não digo não. Seria um afronte à mim mesmo. Mas, uma coisa eu sei dizer: você nem de longe é perfeito, mas aos meus olhos amargos e sofridos, é o mais perto que alguém pode chegar dela, a perfeição.

Não quero, não preciso e não saberia viver com alguém perfeito. Imaginem só o quanto dolorido seria alguém que nunca errasse. Alguém que nunca falaria um palavrão. Alguém que nunca deixaria de te comprar flores. Alguém que nunca olharia para o lado. Alguém que nunca sentiria se quer um segundo de ciúmes. Alguém que nunca precisaria se desculpar. Alguém que nunca se arriscaria nem a pular de uma cadeira. Alguém que nunca dissesse uma palavra na hora errada. Alguém que nunca precisasse se arrepender. Não, não é isso que eu quero. Não mesmo.

Amar é o mais sublime possível. Amar a perfeição é fácil. Ame o imperfeito com eu amo. Amar o imperfeito é muito mais gratificante. E apesar de ver esse texto que vou colocar agora, não onde mereceria de fato, o adorei e quero dizer à ti: "O amor é o trinfo da imaginação sobre a inteligência. É assim que é o amor. É assim que eu te amo. Sem entender nada. Mas, imaginando tudo". Te amo.

(07:32) Sem música por hoje.
Em vez disso, deixo mais uma vez o silêncio inoportuno.
É mais fácil para vocês pensarem no que amam e no que querem amar daqui para frente.

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Pensamento: que vem e vai, mas volta

Estive pensando em tantas coisas. Minha cabeça está lotada de pensamentos. Muitos consomem muito tempo até serem dissolvidos. E transformados em "nada". É incrível como tantas coisas (e poucas pessoas) conseguem dominar o que pensamos. Talvez, o que sentimos. Mas, é só uma hipótese. Um talvez. Esse é para ser um ano bom. Com muitas novidades. Muitas coisas novas a serem aprendidas. Voltar a convivência com velhos e bons amigos.

Ah, tem tantos filmes bons essa semana no cinema. Vocês já viram? Mesmo assim, acho uma pena. Não sei se vou conseguir ir ver todos que gostaria. Estou aberto à convites. Esse domingo vou ver um. Não sei qual. Não decidiram (eu sempre decido) ainda. Mas, será um dos que eu quero ver. É só isso sobre os filmes.

Quero falar de pessoas também. Pessoas que me remetem à coisas boas, à pensamentos bons, à sorrisos verdadeiros. Quero deixar de lado o restante do mundo (aqueles que não me remetam à nada disso). Ultimamente me sinto estando em guerra. Comigo mesmo. Verdade! Guerriando por ideais e por vingança. Não que eu queira me vingar. Mas, só queria que um minuto, se quer, sentisse o que senti, por anos.

Ainda bem que gosto de tudo muito bem explicado. Gosto de uma boa conversa (apesar de não dar para conversar com muitas pessoas. Que já estão com suas idéias prontas e não pensam em mudá-las). Francamente, senhor Franco! Quem? O Franco, do francamente. Tá, não entenderam! Não, Franco não é uma pessoa (apesar de já ouvir esse nome em seres (in)humanos) Só faz parte do "Francamente, senhor Franco".

Ainda continuo a sorrir pelo mesmo motivo de antes. Uns me tiram vida. Você me tráz de volta. O pulsar. O suspiro. A mão trêmula. A perna bamba. Os mais aparentes. E os menos consequêntes. De meus atos. Ainda são todos culpa sua. Por quê? Não me pergunte uma barbaridade (Bárbara! Bárbara!) dessa! Deve ser:
A.mor: sm. (lat amore). 1. Sentimento que impele as pessoas para o que se lhes afigura belo, digno ou grandioso. 2. Grande afeição de uma a outra pessoa de sexo contrário (e não por que do mesmo, em? - preconceituoso!). 3. Afeição, grande amizade, ligação espiritual. 4. Objeto dessa afeição. 5. Benevolência, carinho, simpatia. 6. Tendência ou instinto que aproxima os animais para a reprodução. 7. Desejo sexual. 8. Ambição, cobiça. 9. Culto, veneração. 10. Caridade. 11. Filos Tendência da alma para apegar os objetos. sm pl. 1. Namoro. 2. O objeto amado. 3. O tempo em que se ama. 4. Relações ilícitas, comércio amoroso. 5. Mit Divindades subordinadas a Afrodite e Eros. 6 Bot O mesmo que carrapicho, acepção.
É. Deve ser isso mesmo. Simplesmente, Te Amo, Lukas! Em letras garrafais.





(02:26) "As palavras foram tiradas desse lápis
Doces palavras eu quero te dar
E eu não consigo dormir, preciso te dizer boa noite [...]
Você sabe que você é tudo para quê vivo
Você sabe, eu morreria só pra te segurar, ficar com você
De alguma forma eu vou mostrar que você é meu céu noturno [...]
Agora que você me ama, eu me amo
Eu nunca pensei que diria isso
Eu nunca pensei que haveria você" - Tradução de Você (You).
Intérprete: Evanescence. Com a doce voz de Amy Lee.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Aonde quer que você vá

Assim como fiz com minha primeira postagem. Reestruturei sua ciência. Resolvi fazer o mesmo com a última que fiz (por coincidência, ontem). Já disse, minha mente é meio (quase completamente) impressora e secretária eletrônica. E isso me agrada ao ponto de me irritar profundamente. Mas, vamos à ela. A surpresa.

Já disse que isso aqui não é diário. Nem semanário. Nem mensário. Nem anuário. É um blog! Como disse minha amiga: "Um blog é isso, um sismógrafo". E ao ponto que mudo de humor (ou não) adiciono uma postagem. É mais ou menos por aí.

O meu sorriso tem um nome hoje. Lukas. Não é a beleza física (mas, poderá vir a ser). Não é o contato físico (mas, poderá vir a ser). Que faz meu coração acelerar. Esse meu músculo. Pulsante e febril. É a suavidade da sua voz. A cor e o brilho dos seus olhos. O seu sorriso acalentador. Isso faz e continuará à fazer meu coração bater cada vez mais rápido. Sim, eu tive uma terceira chance.

Sei o quanto pode ser e estar difícil agora. Mas, é momentâneo. Passageiro. "Somos passageiros, rodando sem parar e vejo estrelas saindo no céu" (Adapitação de "O Passageiro"). E são essas estrelas. Que saem do céu. As que eu trarei para você. E nem que esgote todas as minhas energias. Estarei ao seu lado. Fazendo de tudo para manter aquele sorriso pelo qual me apaixonei.


"Voltar atrás 
é melhor que perder-se no caminho"
(Do gênio, Albert Einstein)


(04:16) "Só agora eu sei o quanto
A minha vida e o meu amor precisam permanecer
No seu coração e na sua mente,
Eu estarei com você por todo o tempo [...]
Eu irei aonde quer que você vá
Para lá em cima ou lá embaixo,
Eu irei aonde quer que você vá [...]
Se eu pudesse fazer você ser meu
Eu iria aonde quer que você vá" - Tradução de Aonde quer que você vá (Wherever you will go)
Intérprete: Alex Band (The Callig).

E além de te amar até o fim, vou aonde quer que você vá, pode ter certeza disso.